Sexta-feira Musical: A Crippling Blow (The Killers)

Inspirada pela Jac do Bibliocanto, resolvi postar uma vez por semana, às sextas-feiras, uma música que grudou na minha cabeça durante a semana.

Porque The Killers é tudo.

>D

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Um Autor de Quinta #14

Coluna inspirada no Uma Estante de Quinta  da Mi Muller do Bibliophile. Pretendo toda quinta-feira trazer informações, curiosidades e algumas dicas (nada muito elaborado porque não sou especialista) de leituras e afins sobre algum(a) autor(a).

Sidney Sheldon

“Tento escrever meus livros para que o leitor não pare de lê-los. Eu tento construí-los de tal forma que quando o leitor chega ao final de um capítulo, ele ou ela tem que ler mais um. É uma técnica velha de seriados de tardes de sábado: deixar o cara pendurado na beira do precipício no final do capítulo”.

Quem já leu algum livro do Sidney Sheldon sabem bem que o autor seguiu isso a risca, os eventos trágicos, os ápices das tramoias, assassinatos e revelações sempre ocorrem no final de cada capítulo…

Sidney Sheldon nasceu em Illinois, Chicago em 11 de fevereiro de 1917. Ele começou a escrever ainda muito jovem e com apenas 10 anos vendeu o seu primeiro poema por 10 dólares. Aos 17, ele decidiu tentar a sorte em Hollywood, conseguiu um emprego de leitor de roteiros de filmes na Universal Pictures, dos quais fazia resumos para facilitar a vida dos produtores de cinema quando fossem selecionar um. À noite ele escrevia seus próprios roteiros e em 1941 vendeu seu primeiro roteiro em parceria com o amigo Ben Roberts, “South of Panama”, por 250 dólares. Durante sua vida, Sheldon publicou 18 romances e todos eles alcançaram a lista de mais vendidos do The New York Times. Sheldon morreu em 30 de janeiro de 2007, por complicações de uma pneumonia. Continue lendo

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A Casa dos Sonhos (Dream House)

No aniversário da minha mãe ano passado, eu, ela, meu irmão e meu namorado fomos ao cinema. Tudo porque ela leu a sinopse deste filme e ficou com vontade de ver. Os atores de primeira e a história foram os chamarizes principais.

No filme, Will Atenton (Daniel Craig), sua esposa, Libby (Rachel Weisz), e as duas filhas do casal acabaram de trocar a vida da cidade por uma casa calma e idílica no subúrbio.

Aos poucos, Will percebe que a vizinhança pode não ser tão acolhedora quanto esperavam: as pessoas não conseguem esquecer o assassinato que aconteceu cinco anos antes na casa onde a família foi morar. Uma mãe e suas duas filhas foram assassinadas em casa, e a polícia não conseguiu prender o culpado.

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Harry Potter and the Prisioner of Azkaban – J. K. Rowling

Nas resenhas que eu fiz dos primeiros dois livros da série (aqui e aqui), comentei que é meio surreal resenhar um livro que praticamente todo mundo que eu conheço já leu. No entanto, esta série é tão importante para mim que eu nõa poderia deixar de tentar…

Depois que os tios de Harry descobrem que ele não pode fazer magia fora de Hogwarts, eles trancam todo o seu material escolar no armário debaixo da escada que costumava ser seu quarto. Na primeira oportunidade que teve, no entanto, Harry conseguiu surrupiar alguns livros para poder trabalhar em seu dever de casa. Quando a coruja de Hogwarts chega com a lista de livros para o próximo ano e um formulário pedindo a autorização dos pais ou guardiões para que Harry visite o vilarejo de Hogsmeade, Harry aproveita a presença de uma “tia” que não sabe da existência de Hogwarts para subornar o tio pela assinatura.

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Esmalte da vez: Not So Blueberry (Revlon)

Eu comentei uma vez no post do meu Bad Romance fail que esmaltes da Revlon não são fáceis de achar aqui em Jundiaí, e não são, então sempre que encontro uma farmácia que os tenha, fico namorando as cores disponíveis. Um dia, descobri que a Drogaria São Paulo costuma ter os esmaltes da marca e fiquei doida para ver se a filial daqui também os teria. E tem! YAY! Foi assim que o Not So Blueberry (370) entrou para a minha vida.

Ainda estava sofrendo com meus cotoquinhos, que ficaram bem mais felizes com essa cor SUPER linda que é o NSB. :D

Acima, foto com flash. Sob luz artificial, ele é menos azulado do que saiu na foto, parecendo ser do mesmo tom de roxo dos top-coats roxinhos. Mas ele é bem mutante, viu, dependendo da luz, parece prata. Uma doideira!

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Lulital (Pri Beletato)

Lulital marca o début de Pri Beletato no rol dos novos escritores brasileiros. E para sua estreia a autora escolheu se aventurar pelo mundo mágico das fadas…

Na cidade de Luanda, Cristal foi até a cachoeira da cidade fazer algo para salvar a filha de um perigo misterioso e desapareceu. Dez anos depois, às vésperas de seu aniversário de 16 anos, Cindy se vê as voltas com a descoberta desse mistério. Cindy descobre que sua mãe estava escrevendo um livro, Lulital, e que seu pai acredita que a esposa desapareceu por causa disso.

Um faz-de-conta pode se tornar realidade? Pri Beletato nos mostra que acredita no poder dos textos, que acredita que a “viagem” proporcionada pelas histórias podem ser bem palpáveis e que de alguma forma podemos ser protagonistas nelas. Lulital é sobre isso, o poder das palavras em criar realidades. Continue lendo

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Saturday Rehab #36

They tried to make me go to rehab But I said ‘no, no, no’

Totalmente baseada no Wednesday Rehab da Lívia do Wishing a Book, vim aqui me comprometer a diminuir as compras de livros. Pelo menos até eu diminuir bastante a pilha de livros “para ler”.

Resolvi começar diferente hoje. Coloquei de cara a foto da Estante da Vergonha. Ela praticamente não mudou da semana passada para esta. Motivo? Eu não li nada. Na semana que passou estive tão desmotivada que praticamente passei o dia dormindo. Isso quando não estava assistindo algum seriado (eu acompanho 13).

Na pilha dos “lendo”, está um livro novo que não conta como castigo. Isso porque eu o recebi da Editora Bússola, uma parceira do blog. Quando eu terminar os três livros da pilha, vou pagar os castigos e começar A Clash of Kings. Eu tenho até abril para terminar de ler, já que o seriado volta dia 1º de abril (juro que não é mentira).

Além de A Clash of Kings, estou doidinha para ler O Forte, do Bernard Cornwell e Ecos do Futuro, da Diana Gabaldon. São as motivações para eu terminar logo os livros do castigo. =D

Espero que semana que vem eu me motive mais para ler!

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Sexta-feira musical: Always (Bon Jovi)

Inspirada pela Jac do Bibliocanto, resolvi postar uma vez por semana, às sextas-feiras, uma música que grudou na minha cabeça durante a semana.

AAAAAAAAALWAAAAAAAAYS

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Um Autor de Quinta #13

Coluna inspirada no Uma Estante de Quinta da Mi Muller do Bibliophile. Pretendemos toda quinta-feira trazer informações, curiosidades e algumas dicas (nada muito elaborado porque não somos especialistas) de leituras e afins sobre algum(a) autor(a).

Neil Gaiman

Neil Gaiman nasceu em Hampshire, Inglaterra, mas atualmente vive nos Estados Unidos. Quando ainda criança descobriu o prazer da leitura, Gaiman se autodescreveu como sendo uma “criança selvagem que cresceu em bibliotecas”. Uma de suas alegrias infantis era quando os pais o deixavam na biblioteca à caminho do trabalho, e foi assim que, enquanto criança Gaiman devorou os trabalhos de autores como C.S. Lewis, J.R.R. Tolkien, Edgar Allan Poe e Ursula K. LeGuin.

Gaiman começou a carreira de escritor como jornalista na Inglaterra. Seu primeiro livro foi uma biografia da banda inglesa Duran Duran e seu segundo livro uma biografia do autor Douglas Adams de O Guia do Mochileiro das Galáxias. Sua primeira série de HQ foi “Black Orchid” publicada pela DC Comics.

Tornou-se conhecido do grande público com a publicação da cultuada série de HQ Sandman, a série com 75 números publicados, lhe rendeu vários prêmios entre eles: o “Will Eisner Industry Awards” como melhor escritor (1991, 1992, 1993 e 1994), melhor série (1991, 1992 e 1993) e melhor graphic álbum (1991 e 1993); o “Harvey Award” como melhor escritor (1990 e 1991) e melhor série (1992). O número 19 da série recebeu em 1991 recebeu o prêmio “World Fantasy Award For Best Short Story” tornando-se assim a primeira história em quadrinhos a ganhar um prêmio literário.

Gaiman está citado no “Dictionary of Literary Biography” com um dos dez melhores escritores pós-modernos e é um criador prolífico de obras de prosa, poesia, cinema, jornalismo, quadrinhos, letras de música e dramas. Continue lendo

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Porque a internet ficou preta

Se você for passear pela internet hoje (especialmente em sites americanos), vai ver que alguns deles optaram por uma tarja preta ou até mesmo parar suas atividades. Isso tem como objetivo fazer com que as pessoas tomem conhecimento de dois projetos de lei que foram criados nos Estados Unidos. O primeiro deles é o SOPA (Stop Online Piracy Act – algo como Lei de Combate à Pirataria Online) e o segundo é o PIPA (Protect IP Act – Lei de Proteção da Propriedade Intelectual).

O objetivo de ambos os projetos é combater a pirataria e proteger a propriedade intelectual (o que o próprio nome diz), no entanto, o projeto de lei não especifica exatamente como esse controle deve acontecer. Uma das coisas que ele especifica é que, se um site contiver um link que direcione um usuário a alguma coisa que possa ser considerada pirataria, o site todo pode ser removido da internet.

Why? SOPA and PIPA are badly drafted legislation that won’t be effective at their stated goal (to stop copyright infringement), and will cause serious damage to the free and open Internet. They put the burden on website owners to police user-contributed material and call for the unnecessary blocking of entire sites (Fonte: Wikipedia)

Tradução livre: Porquê? SOPA e PIPA são legislações mal escritas que não serão eficientes em seu objetivo (impedir que os direitos autorais sejam violados), e vão causar danos séries à internet livre e aberta. Eles colocam sobre os donos do site a obrigação de policiar materiais postados por usuários e pedem o bloqueio desnecessário de sites inteiros.

Ok, Mari, mas porque isso ME afeta? Eu não moro nos EUA.

Eu também não, mas nós todos usamos/visitamos sites sediados nos Estados Unidos. A Wikipedia, o Youtube, Facebook, o 9gag, Reddit… Até o WordPress, onde este post está sendo hospedado. Todos estes sites que permitem que nós, usuários de qualquer lugar do mundo, participemos e postemos nossas opiniões/fotografias/vídeos estão sendo ameaçados pelos projetos SOPA e PIPA. Por isso devemos também parar um pouco hoje e tomarmos alguma ação.

A própria Wikipedia ensina como podemos ajudar.

Moro nos EUA: Ligue para o seu representante e fale para ele que você é contra SOPA e PIPA, e qualquer legislação semelhante. Você pode entrar em contato via texto, mas telefonemas têm mais impacto.

Não moro nos EUA: Contate o ministério de relações exteriores (ou órgão similar). Diga-lhes que você é contra SOPA, PIPA e legislações semelhantes. Assim, podemos evitar que algum tipo de legislação deste tipo seja criada em nossos países.

É claro que dá trabalho ser conta alguma lei. Só essa de ligar pra não sei quem já é prova disso. Mas não podemos nos contentar que as pessoas com poder façam o que bem entendem, mesmo que seja contra nossos interesses. O Brasil mostrou esses dias a força da internet quando fez que uma suspeita de estupro deixasse de ser considerada “affair” pela produção de certo reality show e o participante envolvido fosse eliminado (não estou dizendo aqui se a pessoa é culpada ou não, apenas que estão investigando a suspeita graças à intervenção dos internautas), porque devemos nos contentar com algo que pode tirar esse tipo de poder de nossas mãos??

Se você quer ler mais a respeito disso, pode entrar nos sites abaixo.

Wikipedia Brasil (em português, bem mais limitado, mas ainda assim dá para entender a coisa)

Sites em Inglês:

Algumas notícias que saíram lá fora sobre os “apagões” nos sites

Para encerrar este post gigante, uma tirinha conscientizadora do 9gag.

Este post tem mais a intenção de fazer com que as pessoas procurem se informar sobre estas legislações do que realmente educar. Eu mesma ainda não entendi totalmente as ramificações de SOPA/PIPA e espero não ter falado nenhuma bobagem no post acima. E, é claro, eu não sou contra a defesa da propriedade intelectual nem sou a favor da pirataria. No entanto, ao que me parece, estes projetos de lei foram escritos de tal forma que vão atrapalhar (causando um caos na internet) mais do que ajudar (realmente impedindo que ocorram violações à propriedade intelectual e evitando pirataria).

Se você for mais entendido que eu, por favor, me ajude a corrigir eventuais erros aqui. E mais importante, vamos divulgar.

Só mais uma observação: o WordPress, dentro de Configurações, tem a opção de ou fechar o blog ou colocar uma faixa protestando. Eu coloquei a faixa aqui no Blablabla Aleatório, coloque no seu blog também!

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